Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Centros de Saúde do Médio Tejo asseguram troca de seringas – “Diz não a uma seringa em segunda mão”




O programa “Diz não a uma seringa em segunda mão” tem como objetivo prevenir a transmissão do VIH entre os utilizadores de drogas injetáveis, através da distribuição do material esterilizado e da recolha e destruição do material utilizado, assim como promover a utilização do preservativo. No âmbito do Programa Nacional para a Infecção VIH/SIDA, está em curso o Programa de Troca de Seringas, a nível nacional, desde 1993.



No ACES Médio Tejo, a troca de seringas será efectuada nas sedes dos Centros de Saúde que integram o agrupamento: Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Fátima, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha.







Os utilizadores de drogas injetáveis apresentaram desde o início da epidemia e até 1999 os números mais elevados de casos de infeção VIH. Atualmente, e devido ao sucesso dos programas de redução de riscos e minimização de danos, onde se inclui o Programa de Troca de Seringas, estes números sofreram uma diminuição.



A avaliação do Programa Troca de Seringas demonstrou que houve cerca de 7.000 novos casos de SIDA evitados por cada 10 mil utilizadores de drogas injetáveis, nos primeiros 8 anos do Programa, reforçando assim a sua importância em termos de saúde pública.



Em Portugal, o número de seringas distribuídas gratuitamente aos utilizadores de drogas injetáveis é insuficiente, ficando muito aquém do que é preconizado sob o ponto de vista de saúde pública: 1 seringa estéril por cada injeção. Para alcançar um nível de oferta adequado, é necessário aumentar a cobertura do Programa, para que o mesmo seja mais efetivo no cumprimento do seu principal objetivo: prevenção das doenças infeciosas.



A intervenção foi inicialmente limitada às farmácias comunitárias que aderiram ao programa, mas que terminaram a sua participação em dezembro de 2012. O Programa de Troca de Seringas é atualmente assegurado pelos Centros de Saúde garantindo assim que os utilizadores de drogas injetáveis tenham acesso ao programa nas diferentes zonas geográficas.



Com esta mudança de estratégia facilitamos o acesso dos utilizadores e pretendemos aumentar a cobertura do programa.



No ACES Médio Tejo, a troca de seringas será efectuada nas sedes dos Centros de Saúde que integram o agrupamento: Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Fátima, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Portugueses gastaram menos 21 milhões em medicamentos




Os portugueses gastaram menos 21 milhões de euros com medicamentos comparticipados nos dois primeiros meses do ano, em comparação com o mesmo período de 2012, de acordo com o último relatório de monitorização do Infarmed, citado pelo Público.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Governo quer consultas até às 22 horas e aos sábados







Plano estratégico para os próximos três anos entregue aos hospitais prevê alargametno do horário.


O Ministério da Saúde quer que hospitais e centros de saúde alarguem os horários de atendimento das consultas até às 22 horas e aos sábados, segundo um documento entre às unidades hospitalares com os planos estratégicos para os próximos três anos.


A informação é avançada ao Diário de Notícias por um responsável da Administração Central do Sistema de Saúde, que explica que a ideia é adequar os serviços às necessidades dos utentes, evitando que faltem não só às consultas como ao trabalho.





quarta-feira, 17 de abril de 2013

Abrantes avança com Unidade de Saúde Familiar









A Câmara de Abrantes, a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo e o ACES do Médio Tejo vão estabelecer um protocolo de colaboração que estabelecerá as condições para a criação no concelho de Abrantes de uma Unidade de Saúde Familiar (USF).


Esta união de esforços entre as três entidades, resultado de aturadas concertações, pretende atenuar e encontrar uma alternativa à problemática da falta de médicos de família, o que está a constituir um grave problema de qualidade de vida para as populações, prejudicando em particular os cidadãos socialmente mais vulneráveis.


No âmbito do protocolo, cuja minuta foi aprovada em reunião de Câmara de 15 de abril, as três entidades assumem vários compromissos.


O Município de Abrantes criará um incentivo financeiro de €9.000,00/ano à permanência dos médicos que sejam reconhecidos pelo ACES e vierem a integrar a USF de Abrantes. O incentivo, que vigorará até maio de 2015 podendo ser prorrogado, tem como pressuposto a estimativa de a USF abranger, no mínimo, 4.650 utentes distribuídos por três médicos. As condições de atribuição deste incentivo estão expressas em regulamento próprio. A Câmara disponibilizará de imediato espaço para o funcionamento da USF e realizará a empreitada de construção das instalações da Unidade de Saúde de Abrantes, nas antigas instalações da Rodoviária, cedendo-o a título gratuito à ARSLVT.


Já o ACES Médio Tejo compromete-se a integrar a USF a funcionar em Abrantes, candidatada pelos profissionais, como unidade funcional na sua organização e a suportar todos os encargos de funcionamento da equipa e do espaço.


A ARSLVT propõe-se analisar a candidatura dos médicos proponentes (coordenador/a  e restantes profissionais ), tendo em vista  prestar  cuidados de saúde à população inscrita, distribuída em cerca de 1550 utentes por médico.





segunda-feira, 25 de março de 2013

Casos de tuberculose estão a diminuir mais rápido em Portugal do que na UE






A tuberculose baixou 6,1% em 2012, relativamente ao ano anterior, mas Portugal ainda não é considerado um país com baixa incidência, segundo dados provisórios da Direção-geral da Saúde (DGS).



“Os dados provisórios de 2012 parecem apontar para uma redução de cerca de 6,1%, relativamente à taxa de incidência definitiva de 2011”, disse Raquel Bessa de Melo, da DGS, numa resposta escrita enviada à Lusa, a propósito do Dia Mundial da Tuberculose, que se assinalou no domingo.



Segundo a especialista, Portugal ainda continua acima da fasquia da baixa incidência (20 casos por 100 mil habitantes), “apesar de se aproximar dela a cada ano que passa”.



Em Portugal, em 2011, as autoridades apontavam que o país se situava nos 21 casos por 100 mil habitantes, embora sublinhassem que o país tem vindo a descer a um ritmo mais acelerado do que a União Europeia.



Também a incidência de “tuberculose suscetível e multirresistente tem diminuído de forma consistente ao longo dos anos”, assevera a especialista supracitada.



No entanto, advertiu, “a taxa de confirmação e a taxa de sucesso têm vindo a diminuir nos últimos anos, podendo pôr em causa, nos próximos anos, os bons resultados a que temos vindo a assistir até à data”.



Segundo Raquel Melo, a incidência de tuberculose multirresistente (TBMR) no país tem vindo “a diminuir de forma consistente nos últimos anos, mais evidente desde 2008”.



“Apesar disso, continua a haver uma proporção preocupante de casos extremamente resistentes entre as formas multirresistentes”, observou.



Em 2008, foram criados s centros de referência regionais de TBMR que, excetuando o de Lisboa, estão em funcionamento desde essa altura. A médica avançou que o Centro de Referência de TBMR em Lisboa “está em fase de arranque”.



A médica salientou ainda que “Portugal continua a apresentar uma taxa de coinfecção TB/VIH das mais altas da Europa Ocidental”.



Para reverter esta situação, Raquel Melo defendeu uma abordagem conjunta destas duas patologias e o rastreio de tuberculose nos doentes infetados por VIH, com tratamento preventivo dos infetados, assim como o rastreio de infeção com VIH na população doente com tuberculose, com a respetiva orientação.



Fonte: http://saude.sapo.pt

Governo vai avaliar necessidade de camas nos cuidados intensivos






O Ministério da Saúde determinou a criação de um grupo de trabalho para avaliar a "capacidade instalada e necessidades nacionais de camas" das Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) em Portugal continental, em despacho publicado hoje no Diário da República.

O despacho do secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde, Fernando Costa, determina que a avaliação deve ser feita também em relação aos "diferentes patamares de articulação com os demais níveis organizativos do Serviço Nacional de Saúde (SNS)".

O grupo de trabalho, coordenado por Jorge Manuel Virtudes dos Santos Penedo, do Ministério da Saúde, tem agora 90 dias para apresentar um relatório, que poderá contribuir para a reforma do sector hospitalar em Portugal.




sexta-feira, 22 de março de 2013

Exposição ao fumo do tabaco aumenta risco de tuberculose




A Associação Nacional de Tuberculose e Doenças Respiratórias e a Fundação Portuguesa do Pulmão alertam que a exposição ao fumo do tabaco aumenta o risco de tuberculose, uma doença que atinge cerca de duas mil pessoas por ano em Portugal.





As duas organizações, a Associação Nacional de Tuberculose e Doenças Respiratórias e a Fundação Portuguesa do Pulmão, realizam esta sexta-feira em Lisboa um encontro, com o tema 'O papel da sociedade civil - Acabar com a Tuberculose na nossa geração', para domingo assinalar o Dia Mundial da Tuberculose.



No encontro será debatida "a grande doença que ainda é a tuberculose no nosso país e no mundo, associada a outras co-morbilidades", disse à agência Lusa a presidente da Associação Nacional de Tuberculose e Doenças Respiratórias (ANTDR).



"O tabaco é um factor que poderá levar a um aumento da incidência da tuberculose", advertiu Maria da Conceição Gomes, adiantando que a doença é mais prevalente em pessoas com idades entre os 45 e os 54 anos, em que geralmente há um maior consumo do tabaco.



Segundo a responsável, "cerca de 50 estudos foram alvo de revisão por entidades internacionais com objectivos comuns na luta contra a tuberculose e concluiu-se que a exposição passiva ou activa ao fumo do tabaco aumenta o risco de tuberculose.



Defendeu ainda que "para um programa de controlo da tuberculose ser ainda mais eficaz, a sociedade não pode ser indiferente às medidas para o controlo do tabagismo, daí a importância da sensibilização para a desabituação tabágica, quer nos hospitais, nos centros de diagnóstico pneumológico, nos centros de saúde, nos consultórios, quer fora do ambiente clínico".



Maria da Conceição Gomes alertou para a importância de um diagnóstico precoce da tuberculose, mas também para a necessidade de se estar alerta para "outros factores que rodeiam a doença e podem levar a ter números ainda significativamente elevados".



Entre esses factores, apontou a toxicodependência, a emigração, o HIV e as "condições sociais e económicas que têm altos e baixos no país".



A presidente da associação adiantou que é preciso alertar a população para ir ao médico quando tiverem sintomas da doença, como tosse arrastada, falta de apetite, cansaço, porque "o diagnóstico ainda é tardio".



"Algumas pessoas vão directamente ao hospital, mas já numa fase muito avançada da doença e, entretanto, já contagiaram muitas pessoas que estão debilitadas imunologicamente", comentou.



"Daí que também queiramos alertar para a necessidade de rastrear doentes com outras patologias", como os diabéticos, doentes oncológicos, imunodeprimidos, doentes reumáticos para "tratar as pessoas quando ainda não estão doentes (tuberculose latente)", explicou.



A tuberculose é uma doença infecciosa, grave e potencialmente mortal, se não for tratada, sendo transmitida pelo ar e pode atingir todos os órgãos do corpo, mas especialmente os pulmões.



Em Portugal a incidência da tuberculose é ainda de cerca de 20 novos casos por 10 mil habitantes, superior à maioria dos países com o desenvolvimento económico idêntico a Portugal.



Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), ainda morrem 4.000 pessoas por dia em todo o mundo devido à doença.


sábado, 9 de março de 2013

PCP quer populações mais próximas de cuidados médicos






O deputado António Filipe (PCP) afirmou, esta segunda-feira, que devem existir soluções que aproximem as pessoas da prestação de cuidados médicos, através de novas formas de incentivo, para uma melhor distribuição dos profissionais de saúde pelo território nacional.



De visita ao serviço de urgência do hospital de Abrantes, que concentra as urgências médico-cirúrgicas do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) e dos três hospitais a ele associados (Abrantes, Tomar e Torres Novas), António Filipe disse que o elevado volume de procura às urgências daquela unidade hospitalar "desequilibra o serviço e resulta da escassez de médicos de família para o atendimento em cuidados de proximidade".





Em declarações à agência Lusa, o deputado eleito pelo distrito de Santarém disse que os serviços médicos prestados pelo CHMT abarcam uma "área geográfica imensa, com população muito idosa e com dificuldade de mobilidade, que não encontra médicos de família na sua área de residência [nos centros de saúde], nem por vezes nos próprios hospitais" para onde se deslocam.

Por outro lado, acrescentou, "existe um sub-financiamento por parte do Serviço Nacional de Saúde que resulta em escassez de meios técnicos e humanos no próprio hospital, que não está preparado nem foi feito para substituir a rede de cuidados primários" de saúde.

"Muitas pessoas já nem procuram cuidados médicos nem tomam os medicamentos", notou António Filipe, preocupado com uma realidade que aponta, por um lado, para uma redução de 22 por cento na procura dos serviços de urgência no CHMT, e, por outro, para uma "escassez de meios humanos" naquela unidade hospitalar, com 148 médicos no activo e com vagas por preencher.

"No último concurso para admissão de profissionais de saúde", notou, "só 12 das 30 vagas disponíveis foram preenchidas, situação que deriva de uma deficiente distribuição geográfica dos médicos de família, concentrados nos grandes meios urbanos como Lisboa e Coimbra, por exemplo".









terça-feira, 5 de março de 2013

Legislação que prevê taxas moderadoras cobradas a utentes faltosos é para cumprir







O ministro da Saúde garantiu hoje que a portaria que regulamenta a referenciação das consultas é para cumprir, mas que o Governo está mais preocupado em diminuir a ausência dos utentes do que em cobrar taxas moderadoras aos faltosos.





Paulo Macedo falava à agência Lusa à margem da cerimónia de tomada de posse da Comissão de Avaliação da Prossecução de Desenvolvimento do Projeto do futuro Hospital de Lisboa Oriental, que hoje decorreu no Ministério da Saúde





De acordo com o regulamento do Sistema Integrado de Referenciação e de Gestão do Acesso à Primeira Consulta de Especialidade Hospitalar nas instituições do Serviço Nacional de Saúde (SNS), publicado na segunda-feira em Diário da República, o utente deve justificar a sua falta à consulta marcada, nos sete dias seguidos após a data marcada.





Sempre que esta justificação não se registar, o utente faltoso pode ter de pagar a taxa moderadora aplicável.





Paulo Macedo recordou que este é um propósito que já existia, mas “não estava a ser aplicado”.





O ministro afirmou que tem existido, ao longo dos últimos quatro anos, uma grande constância em termos de percentagem de utentes que faltam às consultas: cerca de 10 a 12 por cento.





“É imenso porque estas pessoas tiram a vez a outras e provocam aquelas filas indesejáveis nos centros de saúde e também as listas de espera”, disse.





Paulo Macedo pretende que as unidades de saúde tenham “um papel pró-ativo”, ao nível da confirmação das consultas e, por seu lado, que os utentes sejam sensibilizados de que, “se faltam sem justificação, estão a tirar a vez a outros utentes”.





“Queremos mesmo cumprir, mas estamos mais preocupados em diminuir as ausências do que cobrar taxas moderadoras”, frisou.





Dados do Ministério da Saúde indicam que anualmente um milhão de utentes falta sem justificação às consultas marcadas nos centros de saúde e hospitais do SNS.





Segundo Paulo Macedo, se se registar uma redução de 20 por cento destes faltosos, tal significa que vão realizar-se mais 200 mil consultas anuais.





Lusa


segunda-feira, 4 de março de 2013

Governo 'doa' 31 milhões para cuidados paliativos e convalescença




O Governo vai disponibilizar perto de 31 milhões de euros a 19 entidades do sector social, entre IPSS e hospitais, através de contratos-programa relativos a cuidados paliativos e de convalescença, no âmbito da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados.






Através de um despacho publicado em Diário da República, o Governo, através dos ministérios das Finanças, da Saúde e da Solidariedade e da Segurança Social, dá luz verde a contratos-programa que integram a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI), mas relativos a cuidados paliativos e de convalescença.


De acordo com a informação disponível no despacho, estes 19 contratos-programa foram agora publicados porque, "por lapso", não foram incluídos no despacho anterior, de 2012.






Assim, "o Instituto da Segurança Social e as administrações regionais de saúde ficam autorizadas a assumir os compromissos plurianuais, no âmbito dos contratos-programa celebrados com as entidades integradas ou a integrar a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados", lê-se no despacho.

O governo disponibiliza um total de 8.067.986,5 euros, em 2012, e 11.395.175,9 euros, tanto em 2013, como em 2014.

No global, estão em causa 30.858.338,3 euros, que saem na maioria (30.068.775,7 euros) das administrações regionais de saúde, sendo o restante (789.562,6 euros) proveniente do Instituto da Segurança Social.

A verba é distribuída entre duas entidades, no Norte, três, no Centro, duas, no Alentejo, duas, no Algarve, e as restantes 10, na região de Lisboa e Vale do Tejo.

É, aliás, esta região a que recebe a verba maior, tendo direito a mais de 16,6 milhões de euros, repartidos por três anos.



Fonte: Noticias ao Minuto




Portugueses pagavam mais por um SNS melhor






Com a discussão da Reforma do Estado temem-se os cortes na saúde. O ministro da Saúde, Paulo Macedo, afirmou recentemente que o problema é não saber fazer escolhas, enquanto o seu secretário de Estado Adjunto, Leal da Costa, disse mesmo que o futuro do Serviço Nacional de Saúde (SNS) passa por saber aquilo de que se quer abdicar. O i foi falar com vários cidadãos para saber o que pensavam sobre o assunto e a conclusão é de que a maioria até pagaria mais por um sistema melhor.






“Não me importava de descontar mais se soubesse que o dinheiro era canalizado para a saúde e tinha os benefícios que agora só consigo no privado”, afirma um empresário questionado pelo i sobre o SNS.


O jornal respondeu ao desafio do ministro Paulo Macedo, que considera que um dos problemas no sector da saúde pública é o facto de não se saber fazer escolhas, enquanto o secretário de estado Adjunto, Leal da Costa, já disse que era preciso que os contribuintes dissessem o “que estão dispostos a pagar e para quê”.






“Porque não taxar quem mais abusa e vai ao médico sem ser preciso? Porque não um seguro mensal ao Estado e deixar assim de ter de pagar sempre que se vai ao Centro de Saúde ou se faz um exame?”, são algumas das sugestões dos contribuintes.

Leal da Costa deixou a questão no ar na semana passada. “Dívidas do presente são os impostos futuros. O Estado tem custos e não tem outras fontes significativas de financiamento que não sejam as contribuições dos cidadãos”, afirmou o secretário de Estado, acrescentando que, “o que temos de saber, e terão de ser os contribuintes a dizer-nos é quanto estão dispostos a pagar e para quê”. “Que SNS querem e de que é que estão dispostos a abdicar, quais são as oportunidades que pretendem trocar para ter um Serviço Nacional de Saúde mais geral e Universal”, disse o governante.



Fonte:Noticias ao Minuto

sábado, 2 de março de 2013

Sobe número de mortos com gripe




Subiu para cinco o número de mortos com gripe A (H1N1). A última vítima é uma mulher, que estava internada nos Hospitais da Universidade de Coimbra: faleceu anteontem. Segundo fonte hospitalar, a doente tinha outras doenças graves associadas.



Fonte: Correio da Manha

sexta-feira, 1 de março de 2013

Casos de gripe A vão aumentar, mas estirpe é semelhante às restantes







O secretário da Saúde dos Açores confirmou esta sexta-feira a deteção de 37 casos de gripe A na ilha Terceira e disse que deverão aumentar nas próximas semanas, mas sublinhou que esta estirpe é semelhante às restantes que estão em circulação.





“Não há necessidade efetiva de identificar esta estirpe específica do vírus da gripe, porque se enquadra nas restantes oito estirpes que estão em circulação nesta época gripal”, frisou, acrescentando que se comprovou nos últimos dois anos que o vírus H1N1 tem neste momento “uma taxa de morbidade e mortalidade comparada àquilo que são os restantes vírus em circulação nesta altura do ano”.





Luís Cabral falava aos jornalistas à margem das comemorações do Dia Mundial da Proteção Civil, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira.





O secretário regional da Saúde confirmou que foram detetados 37 casos de gripe A no Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira, mas salientou que de acordo com os dados estatísticos da Direção Regional de Saúde “ainda não se verificaram casos graves”, tendo em conta que as unidades de saúde sentinela na região ainda não os detetaram.





Segundo Luís Cabral, a Direção Geral de Saúde seleciona, de forma aleatória e representativa, várias unidades de saúde nacionais para representarem uma amostra e é pedido a alguns médicos sentinela que façam colheitas de forma esporádica, “por uma questão meramente estatística”.





Este procedimento tem também como objetivo, segundo o secretário, identificar os vírus existentes para desenvolver as vacinas contra a gripe do próximo ano, sendo que as vacinas que estão atualmente no mercado já incluem a estirpe do H1N1.





Luís Cabral considerou que haverá uma “tendência grande” para que o número de casos de gripe A aumente nas próximas semanas, por isso apela à “vacinação dos grupos de risco” e ao reforço dos cuidados de higiene e aproximação.





“Deve haver uma contenção relativamente ao uso de lenços, aos espirros, ao lavar das mãos, aos cumprimentos pessoais nesta matéria, à restrição junto dos familiares, para que não se propague”, frisou, acrescentando que a Linha de Saúde continua a fazer um acompanhamento da gripe A, no esclarecimento de dúvidas dos utentes.





Lusa


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Preços dos medicamentos 'ganham' novas regras amanhã






Foram publicadas esta quarta-feira em Diário da República as novas regras dos preços dos medicamentos vendidos nas farmácias, que entram em vigor amanhã. O custo dos remédios vai voltar a descer este ano graças à comparação com os preços de outros países de referência.






O preço dos medicamentos vai voltar a descer este ano, graças à comparação anual dos preços com outros países de referência. Hoje foi publicado em Diário da República o decreto-lei que introduz as novas regras nos valores dos remédios e que entra em vigor já amanhã.


“Determina -se que sejam sistematicamente praticados preços de medicamentos em linha com o preço mais baixo dos países europeus em comparação”, indica o decreto. De acordo com o Diário Económico, Portugal deverá vir a comparar os preços dos medicamentos com Espanha, Itália e Eslováquia. 





O mesmo decreto estabelece também novas regras para os medicamentos usados nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde, determinando que sempre que não "não tenham sido objecto de avaliação prévia para efeitos de aquisição pelos hospitais do SNS, nem de decisão de comparticipação" também passam a estar sujeitos à revisão anual do preço de referência, o que quer dizer que o preço não pode superar a média dos três países que servem de termo de comparação para Portugal. 



Fonte:Noticias ao Minuto


sábado, 23 de fevereiro de 2013

Detectados primeiros casos graves de gripe A em Portugal





Alguns casos graves de gripe A foram registados este ano em Portugal, de acordo com a Antena 1. Embora não sejam conhecidos ainda números oficiais, a emissora avança que, na última semana, cinco pessoas infectadas com a gripe das aves deram entrada nos cuidados intensivos de hospitais de Lisboa.





Também em Coimbra há oito casos de infecção com o vírus da gripe A, que está na origem dos casos graves da doença este Inverno.


Segundo a Antena 1, o director-geral de Saúde, Francisco George, confirma os dados disponíveis e destaca a importância da vacinação.


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Quebra nas dádivas de sangue põe em causa reservas do Instituto Português do Sangue










O presidente do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) manifestou esta quarta-feira preocupação quanto à manutenção das reservas de sangue necessárias durante o ano, admitindo que 2013 será um período de dificuldades.





“Nos próximos meses o IPST tem um desafio muito grande para manter as reservas de sangue”, afirmou Helder Trindade na Comissão Parlamentar de Saúde.





Segundo o responsável, janeiro e fevereiro são classicamente meses “difíceis”, de menos dádivas, mas a isto acresce a situação social e económica dos cidadãos.





Em causa estão não só as taxas moderadoras, mas também o aumento dos preços dos transportes, da gasolina e a emigração da população, sobretudo os mais jovens, que são um grande grupo de dadores, explicou.





De acordo com os dados do IPST, o ano “arrancou mal”, com o mês de janeiro a registar uma quebra, face ao período homólogo, de 8% nos dadores inscritos (menos 1.786) e de 3% nas unidades colhidas (menos 500).





No entanto, neste mesmo ano o instituto aumentou em 13% as equipas de colheita.





Em contrapartida, até 17 fevereiro deste ano, os dados acumulados (desde início de janeiro) revelam uma melhoria, face ao período homólogo, com mais 3% de unidades colhidas e mais 20% de efetivos no terreno.





Contudo, esta melhoria não deixa descansado o presidente do IPST, que prevê “um desafio muito grande e a continuação de uma quebra nas colheitas em março e nos meses seguintes”.





“As pessoas não estão tão disponíveis para dar”, não só pelas dificuldades que vivem, mas também porque muitos “dadores foram embora”, sublinhou.





Helder Trindade alertou ainda para o facto de que cada vez que o assunto das taxas moderadoras e da não isenção dos dadores volta à Assembleia da República e é noticiada, as pessoas deixam de comparecer às colheitas.





Isso mesmo foi o que aconteceu este mês, quando o assunto voltou ao Parlamento.





“Em períodos críticos, como o mês de janeiro, estas notícias com este tipo de impacto geram situações mais críticas”, sublinhou.





Referindo dados relativos a 2012, o presidente do instituto afirmou que o IPST forneceu 238.772 unidades de sangue e lembrou que houve uma quebra global de 12% nas dádivas, predominantemente na região centro.





O Instituto do Sangue iniciou 2013 com 16 mil unidades de reserva nacional e oito mil de reserva no IPST.





Lusa


domingo, 17 de fevereiro de 2013

Médicos e associados de doentes






Obrigados a declarar ao Infarmed dinheiro que recebem de laboratórios 

Os médicos e as associações de doentes estão obrigados a partir de hoje a declarar a partir de hoje a declarar ao infarmed a dinheiro e apoio que recebem de indústria farmacêutica.

O novo estatuto do Medicamento diz que não o fizer pagará uma multa que pode chegar aos 45 mil euros.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Vírus geneticamente modificado mata cancro







Os 16 doentes que receberam uma dose elevada da terapia sobreviveram em média 14,1 meses





Um vírus geneticamente modificado testado em 30 doentes em fase terminal de cancro do fígado prolongou significativamente as suas vidas, matando os tumores existentes e impedindo o crescimento de novos, informaram cientistas.





“Pela primeira vez na história da medicina demonstrámos que um vírus geneticamente manipulado pode melhorar a sobrevivência de doentes com cancro”, disse no domingo David Kirn, co-autor do estudo internacional, à agência France Presse.





Os 16 doentes que receberam uma dose elevada da terapia sobreviveram em média 14,1 meses, contra 6,7 meses dos 14 restantes pacientes que receberam uma dose mais baixa.





O ensaio durante quatro semanas com a vacina Pexa-Vec ou JX-594, divulgado na revista Nature Medicine, pode representar um progresso no tratamento de tumores sólidos avançados.





“Apesar dos avanços no tratamento do cancro nos últimos 30 anos, com quimioterapia e biológicos, a maioria dos tumores sólidos continuam incuráveis depois de metastizarem (se espalharem para outros órgãos)”, escreveram os autores do estudo.





O Pexa-Vec “foi concebido para se multiplicar e subsequentemente destruir as células cancerosas, ao mesmo tempo que torna o sistema imunitário dos doentes também capaz de as atacar”, disse Kirn, da empresa de bioterapia Jennerex com sede na Califórnia.





“Os resultados demonstraram que o tratamento Pexa-Vec, com ambas as doses, resultou na redução do tamanho do tumor e na diminuição do fluxo sanguíneo para os tumores”, informou a Jennerex num comunicado, adiantando que os dados mostram igualmente que “o tratamento induziu uma resposta imune contra o tumor”.





Os autores do estudo referiram que um ensaio em maior escala tem de confirmar os resultados e que a fase seguinte, envolvendo cerca de 120 pacientes, já está a ser preparada.





O Pexa-Vec também está a ser testado em outros tipos de cancro.





Fonte:Lusa


segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

2012 Gastos com medicamentos foram os mais baixos nos últimos cinco anos




O Ministério da Saúde anunciou no domingo que em 2012 os gastos com medicamentos, suportados pelos utentes e o Serviço Nacional de Saúde (SNS), foram os mais baixos dos últimos cinco anos.






Com base na Análise do Mercado de Medicamentos (em ambulatório) do observatório da Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed), o Ministério de Paulo Macedo concluiu que os portugueses adquiriram mais fármacos (mais 5,8 milhões de embalagens) e pouparam mais de 190 milhões de euros, em 2012.


O relatório indica que o preço médio dos medicamentos em ambulatório desceu de 13,01 euros em 2007 para 10,71 euros no ano passado.


O SNS registou, ao nível das comparticipações de medicamentos, uma poupança de 151 milhões de euros, em 2012, de acordo com o mesmo documento.


Em valor, os medicamentos para a hipertensão (anti-hipertensores da classe modificadores do eixo renina angiotensina), a diabetes (antidiabéticos orais) e o colesterol (antidislipidémicos) lideram o mercado, com 23,6% do total das vendas (cerca de 614 milhões de euros).


De acordo com o mesmo documento, a substância activa que lidera o mercado é a rosuvastatina (colesterol), seguida de duas substâncias activas da classe dos antidiabéticos orais.


As três substâncias activas representam 6,2% do mercado.


Em volume, "o mercado é liderado pelo grupo dos medicamentos ansiolíticos, sedativos e hipnóticos", enquanto a substância com maior número de embalagens vendidas é o paracetamol, seguida do ácido acetilsalicílico.


Em relação aos medicamentos genéricos, o relatório refere que o seu valor desceu 19,4% em 2012, enquanto o volume de vendas aumentou 18,4%, face a 2011.


Em média, um medicamento genérico custou no ano de 2012 menos 3,33 euros do que em 2011 e menos 12,79 euros do que em 2007.








segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

OCDE aplaude medidas de Portugal para reduzir tempo de espera na saúde




As medidas desenvolvidas em Portugal para diminuir o tempo de espera para os serviços de cuidados de saúde é enaltecida num relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) sobre o assunto.






O relatório, intitulado 'Políticas sobre os tempos de espera no sector da saúde', deverá ser divulgado na íntegra na quarta-feira e dará conta das medidas desenvolvidas nos países da OCDE para o combate aos tempos de espera, nomeadamente para uma cirurgia.


O documento sublinha a importância de analisar as medidas que efectivamente funcionam, perante a ameaça do tempo de espera voltar a subir devido à crise económica e "às fortes pressões sobre os orçamentos públicos".


De acordo com o sumário da publicação, um estudo recente da OCDE revelou problemas com os tempos de espera em quase todos os países desta organização, envolvendo os cuidados de saúde primários, especialidades no ambulatório, atendimento de emergência, tratamento do cancro e cuidados electivos.


O documento indicou que mais de metade destes países apresenta prolongados tempos de espera para tratamentos electivos, os quais são uma questão política controversa.


Entre 2001 e 2004, a OCDE realizou um projecto de revisão das políticas de combate aos tempos de espera excessivos em treze países: Austrália, Canadá, Dinamarca, Finlândia, Irlanda, Itália, Holanda, Nova Zelândia, Noruega, Portugal, Espanha, Suécia e Reino Unido.






Uma década mais tarde, muitos desses países fizeram consideráveis avanços na redução dos tempos de espera, lê-se no sumário do relatório.

As medidas desenvolvidas no Reino Unido e na Finlândia, onde os prestadores de cuidados de saúde são penalizados quando excedem os objectivos, revelou-se eficaz, embora "impopular entre os profissionais de saúde e difícil de sustentar a longo prazo".

Portugal, Holanda e Dinamarca são países que introduziram a escolha e a concorrência "com sucesso", uma direcção assumida recentemente pelo Reino Unido.

O modelo português é apontado neste estudo como "particularmente eficaz" na diminuição dos tempos de espera. Este define os tempos considerados admissíveis e inclui a emissão de vales que permite ao doente a livre escolha de um prestador (público ou privado) quando os tempos de espera são ultrapassados.





Fonte: Noticias ao minuto