quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Mação vai testar transportes públicos “a pedido”










A Câmara Municipal de Mação, no distrito de Santarém, irá começar a testar, em janeiro, um projeto-piloto de transportes públicos “à medida e a pedido”, que poderá ser expandido por toda a região.

O vice-presidente da autarquia, Vasco Estrela, declarou à Lusa que os veículos, distribuídos em quatro circuitos, apenas efetuam o percurso se for solicitado previamente pelos utentes. Este modelo irá funcionar paralelamente com a rede de transportes públicos regular, sendo “um serviço público que se presta, à medida, a pedido e de forma mais económica para o utente e para a empresa operadora”, descreve Vasco Estrela.

O autarca acrescenta ainda que “mais tarde, o circuito poderá ser 'afinado' e incluir, a partir de Mação, as ligações a outras cidades e localidades do Médio Tejo”, fazendo parte do novo serviço intermunicipal para chegar aos concelhos da periferia. Este serviço prevê ainda a ligação entre os três hospitais do Centro Hospitalar do Médio Tejo (Tomar, Torres Novas e Abrantes), assim como os centros de saúde e a ligação à estação ferroviária do Entroncamento.



Fonte:http://www.transportesemrevista.com/Default.aspx?tabid=210&language=pt-PT&id=5258

Apesar da crise portugueses estão mais solidários






Os tempos, já se sabe, são complicados. São cada vez mais aqueles que precisam de ajuda para continuar a “sobreviver”. Neste final de ano, foram muitas as ações de solidariedade e, mais uma vez, os portugueses mostraram que não esquecem quem precisa. Esta semana, destacamos algumas iniciativas que, de norte a sul e ilhas, merecem o aplauso de todos... 



Num ano marcado pela palavra crise - o aumento do desemprego, da pobreza e da exclusão social são cada vez mais habituais no dia a dia de todos - a solidariedade “crescente” dos portugueses é, sem dúvida, o lado positivo de uma época que todos desejam que termine rapidamente.

Exemplo desta crescente solidariedade foi a campanha dos Bancos Alimentares Contra a Fome efetuada no fim-de-semana de 1 e 2 de Dezembro, onde foi recolhido 2.914 toneladas de géneros alimentares nas ações realizadas em 1.668 superfícies comerciais das zonas de Abrantes, Algarve, Aveiro, Beja, Braga, Coimbra, Cova da Beira, Évora, Leiria-Fátima, Lisboa, Oeste, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, S. Miguel, Viana do Castelo, Viseu e na Terceira.

Os resultados ultrapassaram as expectativas, quase igualando os alcançados na campanha do ano passado, apesar da significativa deterioração das condições económicas e, em particular, da contração do rendimento disponível das famílias portuguesas. 

“Os portugueses são extraordinários! As quantidades recolhidas e o número recorde de voluntários envolvidos mostram quanto são solidários e sabem distinguir o essencial do acessório, dando, apesar da crise que afeta muitas famílias, uma resposta clara de inconformismo e de disponibilidade para ajudar a minorar as dificuldades daqueles que mais precisam” referiu Isabel Jonet, Presidente da Federação dos Bancos Alimentares Contra a Fome, em declarações disponibilizadas no site do Banco Alimentar. “Quando acreditam e confiam nos projetos, os portugueses dizem “presente”, conforme tem sucedido sucessivamente com os Bancos Alimentares contra a Fome desde há mais de 20 anos” acrescentou.

O número daqueles que ajudaram constituiu um recorde absoluto: 38,5 mil voluntários disponibilizaram algum do seu tempo para participar na campanha de recolha. Refira-se que tarefas como a recolha nos estabelecimentos comerciais, o transporte, pesagem e separação dos produtos, foram integralmente asseguradas por voluntários.

De realçar que os géneros alimentares recolhidos são depois entregues a 2.373 Instituições de Solidariedade Social, que, por sua vez, os distribuem a cerca de 373 mil pessoas com carências alimentares comprovadas, sob a forma de cabazes ou de refeições confeccionadas.

Refira-se também que a atividade dos Bancos Alimentares Contra a Fome se prolonga ao longo de todo o ano. De facto, para além das campanhas de recolha em supermercados, organizadas duas vezes por ano, os Bancos Alimentares Contra a Fome recebem, diariamente, excedentes alimentares doados pela indústria agro-alimentar, pelos agricultores, pelas cadeias de distribuição e pelos operadores dos mercados abastecedores. 

Em 1991, foi aberto em Portugal o primeiro Banco Alimentar Contra a Fome e estão, atualmente, em atividade no território nacional 20 Bancos Alimentares, congregados na Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares, com o objetivo comum de ajudar as pessoas carenciadas, pela doação e partilha. 

Existem 247 Bancos Alimentares operacionais na Europa, que, em 2011, distribuíram 429.600 toneladas de produtos a 5,2 milhões de pessoas, através de 31.096 associações (www.eurofoodbank.org).



Cáritas: cada vez mais pedidos...



A crise, o desemprego e a pobreza obrigaram a Igreja Católica a recentrar-se na sua função de solidariedade social, cada vez mais criteriosa, devido aos crescentes pedidos de ajuda, de famílias inteiras, algumas no limite de sobrevivência.

Da Igreja já não se espera apenas consolo espiritual e orientação moral. Para aqueles que deixaram de conseguir fazer face às despesas, crentes ou não crentes, as suas paróquias transformaram-se numa ‘tábua de salvação’, muitas vezes a última esperança para quem já bateu a todas as portas onde podia encontrar auxílio.

O padre Mário Rui Pedras, pároco na igreja de S. Nicolau, em Lisboa, entende que a crise, apesar de ser “em si mesma uma coisa muito desagradável”, pode também ser uma oportunidade para refletir sobre a atual situação, e até mesmo “um convite à mudança e à conversão [religiosa]”. Mas é sobretudo de bens essenciais que se tem feito o apoio prestado pela paróquia. Com a ajuda de voluntários e dos donativos que chegam à igreja, a paróquia de S. Nicolau apoia neste momento 12 famílias carenciadas, todas as semanas, com alimentos frescos e não só. Outras 153 são ajudadas todos os meses, com alimentos doados pelo Banco Alimentar e pela comunidade. 

Só no mês de outubro esta pequena paróquia recolheu e distribuiu mais de 280 kg de alimentos. “A igreja é relativamente pobre e o que fazemos é o milagre da multiplicação: pedimos para dar, mas também encontramos apoios noutros setores”, disse o padre, em entrevista à Lusa.

O desemprego foi o principal responsável pela “nova realidade de pobreza” com que esta paróquia passou a lidar diariamente, tendo desde então tentado encaminhar as situações que ali chegam para “pequeninas bolsas” de emprego que conhecem. “É um trabalho mínimo, pequenino, obviamente, mas que tem algumas respostas. Há outro tipo de respostas muito simples que vamos dando. Estamos neste momento a apoiar dez famílias que vivem em situação de dificuldades, por não terem dinheiro para pagar a renda, a luz, a água, os livros dos filhos. Depois de fazermos a triagem, encontramos um conjunto de apoios de outras famílias que vão ajudando a resolver estas situações”, contou o padre.

Histórias como estas repetem-se por todo o país. O presidente da Cáritas Diocesana do Algarve, Carlos Oliveira, revelou à agência Lusa que esta instituição, com sede em Faro, entre janeiro e novembro, atendeu 1033 famílias necessitadas, das quais 404 eram novas famílias em relação a 2011. No total, estas 1033 famílias representam 2665 pessoas, mais 1087 do quem 2011.

Rendas e prestações de casa, água, luz, gás, livros escolares, propinas. À Cáritas do Algarve chegam pedidos de ajuda para todo o tipo de despesas. A alimentação, sendo uma das maiores carências, não é o apoio mais procurado, apesar de tudo. “As pessoas ficaram desempregadas, mas não é por causa disso que falta comida à mesa. Depois atrasam é o pagamento da renda de casa e das contas da água, luz e gás”, explicou.

Por serem cada vez mais os pedidos de ajuda, é também cada vez mais difícil dar resposta a todos. A instituição tem sido obrigada a recorrer ao Fundo Diocesano Social, constituído por donativos e por um vencimento anual de cada pároco da diocese, mas Carlos Oliveira revelou que neste momento ele “está quase esgotado”, o que obriga a analisar de forma “muito precisa” os pedidos que chegam para poder “dividir o mal pelas aldeias”.

Desde que foi criado, em fevereiro de 2009, este fundo já distribuiu ajudas num valor superior a 91 mil euros.

Em Viana do Castelo, outra Cáritas, a

mesma realidade. O tesoureiro da instituição, Carlos Barbosa, desfia a contabilidade

da pobreza do distrito com a tranquilidade quase indiferente de quem convive diariamente com ela. À Cáritas de Viana do Castelo chegaram até novembro 1766 famílias a pedir ajuda, mais 148 novas famílias do quem 2011. Já foram gastos mais de 56 mil euros até novembro, quando o total dos apoios em 2011 se tinha ficado pelos 42 mil euros.

Também até novembro, e desde o início do ano, a instituição de Viana do Castelo pagou 6.100 euros de contas de eletricidade em atraso, 3.700 euros em contas de gás, 3.100 euros em rendas, e gastou mais de 16 mil euros com ajudas médicas para medicamentos, consultas particulares, óculos, vacinas, entre outras coisas. Quem ali chega pede ajuda para tudo: para comer, para comprar fraldas para idosos, para pagar o passe social dos filhos, para pagar os livros escolares, para comprar enxovais para recém-nascidos, até para pagar o IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis).

Carlos Barbosa garantiu que, apesar da crise, ainda não há quebras nos donativos, e que com o auxílio de uma verba mensal que recebem da Câmara Municipal ainda conseguem chegar “ao que é essencial”.




quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Cartas de condução com novas regras a partir de hoje






Os novos condutores de automóveis ligeiros e de motas vão passar a renovar a carta de condução aos 30 anos e os motoristas de pesados passam a fazê-lo aos 25 anos, segundo as regras que entram hoje em vigor.







O novo regulamento da habilitação legal para conduzir estabelece que a revalidação da carta de condução se inicia aos 30 anos para os condutores de ciclomotores, motociclos e ligeiros e aos 25 anos para as restantes categorias.



Segundo o Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (IMTT), os condutores de automóveis ligeiros e de motas vão ter de revalidar o título de 10 em 10 anos até aos 60 anos de idade, passando o tempo a ser encurtado para cinco anos e, depois, para dois anos a partir dos 70 anos de idade.



Para os motoristas de pesados, os prazos de revalidação são sempre de cinco anos até aos 65 anos de idade, sendo esta a idade limite para conduzir este tipo de veículos.



O IMTT esclarece que os novos prazos de validade só são aplicáveis para as cartas emitidas após o dia de hoje, mantendo-se os títulos anteriores a 2013 com a validade que consta na carta atual.



As novas regras indicam que a revalidação é meramente administrativa aos 30 e 40 anos para os condutores de ligeiros e aos 25 anos para os motoristas de pesados.



O exame médico mantém-se obrigatório para a revalidação da carta a partir dos 50 anos para as categorias de ciclomotores, motociclos e ligeiros, enquanto para as restantes categorias é a partir dos 25 anos.



O novo regulamento exige igualmente um “maior rigor na avaliação da aptidão física e mental”, tornando-se “mais exigentes no que respeita às condições de visão, diabetes e epilepsia”.



Fonte:http://noticias.sapo.pt/nacional/artigo/cartas-de-conducao-com-novas-reg_5487.html 


Prestação da casa baixa 100 euros em Janeiro






O Ano Novo continua a trazer a queda da prestação para os portugueses com crédito à habitação, sendo Janeiro o 14.º mês consecutivo em que as famílias poupam dinheiro no empréstimo pago à banca.

Em média, segundo as contas feitas para a Lusa pela Deco/Dinheiro&Direitos, num empréstimo de 150 mil euros, as famílias poupam em Janeiro de 2013 cerca de 100 euros face aos valores de há um ano.



Para um crédito de 150 mil euros a 30 anos indexado à taxa Euribor a três meses e um ‘spread’ (margem de lucro do banco) de 1,0 por cento, a prestação paga pelas famílias é de 495,31 euros em Janeiro.



Este valor significa apenas menos 0,49 euros face à estimativa da prestação de Dezembro, mas já comparando com a prestação de Janeiro de 2012 são menos 91,62 euros.



Também uma poupança significativa face há um ano terão as famílias com um crédito nas mesmas condições, mas indexado à Euribor a seis meses, a mais comum para quem compra casa em Portugal.



Uma família nestas condições pagará de prestação este mês 505,11 euros, menos 100,99 euros do que no mesmo mês de 2012. Face a Dezembro, a redução é de 2,55 euros.



A queda na prestação do crédito à habitação resulta da queda das taxas Euribor (média das taxas praticadas pelos bancos no mercado interbancário), que têm estado a seguir uma tendência decrescente. Em Dezembro, a média da taxa a três meses ficou nos 0,185% e a seis meses nos 0,324%.



Analistas contactados recentemente pela Lusa acreditam que as Euribor ainda têm margem para descer este ano, o que ajudará as famílias com créditos à habitação de alguns anos, cujos contratos têm ‘spreads’ baixos. No entanto, para quem comprou casa recentemente com recurso a financiamento bancário, a descida das taxas Euribor para mínimos históricos acaba por ser anulada pelo aumento dos 'spreads' praticados pelos bancos nos novos contratos.



 Fonte: Lusa/SOL


GNR deteve 305 condutores por excesso de álcool nos cinco dias da operação Ano Novo






Mais de 300 condutores foram detidos pela GNR nos cinco dias da operação Ano Novo, que contabilizou menos 86 acidentes e menos cinco mortos em relação ao mesmo período do ano passado, indicou hoje a corporação.

Durante a operação Ano Novo, que decorreu entre sexta e terça-feira, os militares da GNR realizaram 800 ações diárias essencialmente direcionadas para a condução sob o excesso de álcool e de velocidade, bem como a não utilização do cinto de segurança, adianta uma nota do Comando-Geral da Guarda Nacional Republicana.

Nos cinco dias da operação, a GNR fiscalizou 44.522 condutores e deteve 388, dos quais 305 por conduzirem com taxa igual ou superior a 1,20 gramas de álcool no sangue.

Os militares da corporação detetaram ainda 2.889 condutores em excesso de velocidade e 866 com taxa de álcool superior à permitida por lei, além de ter multado 316 por infrações relacionadas com a não utilização de cintos de segurança.

Na operação de Ano Novo, que termina às 24:00 de terça-feira, a corporação registou 791 acidentes, menos 86 do que no ano passado, duas vítimas mortais (menos cinco), 24 feridos graves (mais quatro) e 227 feridos ligeiros (menos 43).

Na nota, a GNR adianta que as operações de Natal e Ano Novo registaram 2.016 acidentes, que provocaram 10 mortos, 55 feridos graves e 608 feridos ligeiros.

Em comparação com o mesmo período do ano passado, a GNR verificou menos 181 mortos, menos 13 mortos, menos sete feridos graves e menos 45 feridos leves.

As operações Natal e Ano Novo envolveram diariamente 1.770 militares da Unidade Nacional de Trânsito e dos comandos territoriais, que foram reforçados por elementos das unidades de Segurança e Honras de Estado e de Intervenção.





Fonte: Agente Lusa


Finanças: fiscalização do novo regime de faturas em vigor




Incumprimento desta obrigação está sujeita a uma coima que pode ascender a 3.750 euros 





A secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais garantiu esta quarta-feira à Lusa que o novo regime de faturação eletrónica é aplicado sem exceções e que a fiscalização do seu cumprimento é garantida desde o início do ano.

Em causa está o novo regime de faturação eletrónica, que entrou em vigor este ano, com muitos comerciantes a queixarem-se de atrasos na entrega do equipamento e software necessários para o cumprimento da lei.

«A reforma da faturação representa um passo decisivo na concretização de um sistema fiscal mais justo e equitativo, através de um combate reforçado à economia paralela, à subfaturação e à concorrência desleal entre agentes económicos», referem as Finanças, em resposta às questões da Lusa.

«Esta reforma foi aprovada pelo Governo em julho de 2012, permitindo assim que as empresas se preparassem devida e atempadamente, até ao final do ano de 2012, para as alterações aprovadas e para a adaptação dos respetivos sistemas informáticos».

"Neste sentido, a secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais confirma que a lei será aplicada sem exceções a partir da sua entrada em vigor e a fiscalização do seu cumprimento será garantida por equipas especiais da Autoridade Tributária (AT) desde o início do ano».

As Finanças lembram que desde terça-feira que a fatura é obrigatória em todas as transações comerciais, mesmo que esta não seja pedida pelo consumidor final, pelo que os agentes económicos «deixam de poder emitir e entregar documentos que não sejam faturas para titular transações comerciais».

O incumprimento desta obrigação está sujeita a uma coima que pode ascender a 3.750 euros por infração.

No final de dezembro, o Ministério das Finanças já tinha afastado qualquer adiamento na entrada em vigor da nova legislação ou qualquer tolerância pelo eventual incumprimento dos empresários ou comerciantes.

Na altura, as Finanças reforçaram que para as empresas com um volume de negócios até 100 mil euros, o Governo instituiu um modelo simplificado de comunicação das faturas.






Fonte:http://www.tvi24.iol.pt/151/empresas/faturas-fiscalizacao-financas-comercio-multas-agencia-financeira/1406400-1728.html

Canal Parlamento já se encontra disponível na TDT no Canal 5






Aluga-se t2 Mobilado em Abrantes - Rossio ao sul do Tejo






Aluga-se t2 Mobilado em Rossio ao sul do tejo, Abrantes.

Quartos de dormir:2

Casas de Banho:1

Metros quadrados:65



Tipo: Arrenda-se


Concelho: Abrantes


Freguesia: Rossio ao Sul do Tejo






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Venda de casa por recuperar com terreno






Casa Rústica por recuperar com terreno, área útil = 221 metros quadrados, área bruta = 2259 metros quadrados, com vista para o Rio Zêzere em Carreira do Mato - Abrantes 

Metros quadrados:

2480




Concelho: Abrantes


Freguesia: Aldeia do Mato





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Nersant lecciona cursos de formação gratuitos a partir de Janeiro












A Nersant vai continuar a dinamizar o seu plano de formações modulares certificadas durante este mês de Janeiro, estando já prevista a realização de diversas acções um pouco por toda a região. Está a decorrer em Alcanena o curso de primeiros socorros (que vai também ter lugar em Constância, no dia 22) e, em Torres Novas, inicia-se no dia 10 uma acção de formação em nutrição e dietética.



O núcleo Nersant de Abrantes já tem calendarizadas três acções de formação, a começar dia 21 de Janeir gestão económica de stocks, gestão da qualidade (Mação) e princípios de fiscalidade (Sardoal). Para Ourém e Fátima estão reservados cursos de gestão técnica de recursos e em Fátima, e em Caxarias na área dos primeiros socorros. Também nesta localidade vai decorrer a formação em operação de equipamentos de movimentação de cargas. Há outras formações previstas para outro núcleos, no distrito de Santarém.



As formações modulares, para além de contribuírem para a especialização técnica dos quadros das empresas, são ainda consideradas uma vantagem muito importante na medida que contribuem para o número legal de horas de formação profissional a que as entidades empregadoras estão obrigadas.



Fonte: http://www.jornaltorrejano.pt/noticia/?id=12675