domingo, 27 de janeiro de 2013

ABRANTES - TAGUSVALLEY recebeu discussão sobre mercado liberalizado da electricidade








O Tecnopolo do Vale do Tejo, em Abrantes, recebeu uma sessão com três dos comercializadores de energia eléctrica presentes no mercado liberalizado. A iniciativa foi promovida pela MédioTejo21 - Agência Regional de Energia e Ambiente do Médio Tejo e Pinhal Interior Sul, com o objectivo de apoiar o processo de entrada dos municípios do Médio Tejo e do Pinhal Interior Sul no mercado liberalizado. Mais de 38 representantes de Câmaras, empresas associadas da MédioTejo21 e outras entidades participaram nesta reunião que possibilitou à EDP Comercial, Galp Power e Iberdrola prestar esclarecimentos aos participantes sobre as vantagens do mercado liberalizado face ao mercado regulado.








Durante a reunião abordou-se a questão do agravamento da factura de todos os consumidores de energia eléctrica que ainda não têm um contrato no novo regime, referindo-se que o aumento de em média 2,8 por cento já está a ser praticado desde 1 de Janeiro, pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE). Estas tarifas serão actualizadas de 3 em 3 meses, de modo a a incentivar os consumidores à mudança. Nesta sessão, cada fornecedor apresentou soluções e condições diferenciadas para os consumidores domésticos e para as empresas. Outro dos temas abordados foi o dos mecanismos de contratação pública que os municípios terão de desencadear neste processo. Cumprindo a sua missão de contribuir para a sustentabilidade energética e a inovação na sua região de abrangência, a MédioTejo21, instalada no Tecnopolo do Vale do Tejo, pretende realizar sessões de divulgação sobre a entrada no mercado liberalizado da energia eléctrica junto dos consumidores para apoiar passagem ao mercado liberalizado.










Fonte:http://www.radiohertz.pt


Feira de S. Matias





Carrosséis e outros divertimentos, espaços com jogos electrónicos, barracas de quinquilharia, exposição e venda de viaturas e de alfaias agrícolas, bares, roulottes de farturas, pipocas e algodão doce são algumas das atracções do secular certame que anima a região durante três semanas.

No local decorrerá igualmente uma Mostra de Produtos Regionais, com a participação de produtores que vão expor e comercializar vinhos, mel, enchidos, compotas, doces, azeites e outras iguarias tradicionais da região. 



As suas origens remontam ao século XIII e afirma-se como um marco sócio–cultural na vida dos abrantinos e dos visitantes que, vindos dos concelhos vizinhos, aqui se deslocam durante esse período.

Um dos focos de atracção é a diversão electromecânica para crianças e adultos. Também não faltam, nesta Feira, as barracas de quinquilharia, cerâmica, utensílios de cozinha, objectos de decoração, assim como, as barracas e roulottes de farturas, pipocas e algodão doce, pão quente, torrão de alicante, bem como os bares e barracas de exploração de máquinas eléctricas de diversão (videojogos, flippers e similares).












sábado, 26 de janeiro de 2013

Resultados da Inatel












Hoje ás 15 Horas





Abrantes: Instalações fotovoltaicas em edifícios municipais







A Câmara de Abrantes vai arrendar espaços nas coberturas de infraestruturas municipais para a implementação de unidades de mini produção de eletricidade solar fotovoltaica, até uma potência máxima de 20 KW.





Pelo arrendamento será paga uma percentagem da receita obtida (antes de impostos) resultante da venda de energia produzida pelos equipamentos em causa.


Os contratos a estabelecer com as entidades selecionadas vigorarão por um período de 25 anos e a energia produzida será injetada na rede pública de energia “RESP”.


Segundo as normas de procedimento, as propostas devem apresentar calendarização da instalação, de modo a que a implementação, conclusão e vistoria estejam concluídos até 5 de março de 2013.


As infraestruturas a arrendar são as seguintes:


Parte da cobertura do edifício das piscinas municipais, na Cidade Desportiva;


Espaço contíguo aos edifícios do estaleiro municipal, em Vale de Morenas.





A mini produção consiste na atividade de pequena escala de produção descentralizada de eletricidade, recorrendo, para tal, a recursos renováveis e entregando, contra remuneração, eletricidade à rede pública.





As propostas devem ser apresentadas até às 16h30 do dia 31 de janeiro. Para consultar o Edital e as normas de procedimento, os interessados devem fazê-lo na página da autarquia, em www.cm-abrantes.pt


sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

250 mil portugueses dependem de ansiolíticos, indica estudo











Cerca de 250 mil portugueses terão sinais de dependência de ansiolíticos ou de medicamentos para dormir e quatro em cada 10 já tomaram algum destes remédios pelo menos uma vez na vida, segundo um inquérito hoje divulgado pela Deco.





A associação de defesa do consumidor Deco realizou um inquérito a mais de 12.500 pessoas, tendo uma amostra representativa da população adulta portuguesa.





Os resultados, publicados na edição de fevereiro/março da revista Teste Saúde, indicam que haverá cerca de 250 mil portugueses com sinais de dependência.





Foram analisados os utilizadores de ansiolíticos e hipnóticos, sabendo-se já que, neste grupo, os fármacos mais usados são as benzodiazepinas, que provocam dependência.





Cerca de um quarto dos utilizadores destes remédios revelou sinais de “uso problemático”, com a sensação que o efeito dos comprimidos está a diminuir ou que está a causar maios danos que benefícios.





Segundo a revista, um quinto dos inquiridos que toma estes fármacos admitiu grande preocupação e nervosismo quando não tem os comprimidos à mão ou não os toma nas horas habituais.





Quando deixam de tomar os medicamentos, as queixas apresentadas por cerca de 40% dos doentes são problemas de sono e aumento da ansiedade.





O inquérito da Deco permitiu ainda concluir que os ansiolíticos e indutores de sono fizeram parte da vida de um quarto dos portugueses.





O consumo é mais frequente entre as mulheres, pessoas com mais de 65 anos, com dificuldades económicos, grupos com baixo nível de educação e desempregados.





A maioria dos inquiridos recorre a estes fármacos para enfrentar problemas de sono (41%), no local de trabalho (41%) e acontecimentos traumáticos (29%).





Quanto à fonte de prescrição dos medicamentos, em metade dos casos é o médico de família o responsável pela receita, seguindo-se um psiquiatra. Mas há 6% dos inquiridos que admitem tomá-los por conta própria.





Os medicamentos ansiolíticos e hipnóticos, analisados no estudo, apresentam geralmente efeitos de privação e dependência que normalmente não são atribuídos aos antidepressivos.





Fonte: Lusa



Medicamentos para a febre podem provocar lesões renais nas crianças




Medicamentos usados frequentemente para reduzir a febre e a dor em crianças, o ibuprofen e o naproxen, podem provocar lesões renais graves nos menores, especialmente quando sofrem algum grau de desidratação devido à gripe ou a outras doenças.






A conclusão é de um estudo de cientistas nos EUA, esta sexta-feira publicado na revista científica Journal of Pediatrics.


A equipa de cientistas das universidades de Indiana e de Butler, nos EUA, concluiu que quase 3% dos casos de lesão renal aguda pediátrica registados ao longo de 11 anos no hospital pediátrico local podem ser directamente associados à toma de anti-inflamatórios não esteróideos comuns (NSAID, na sigla em inglês).


Apesar de a percentagem ser aparentemente reduzida, entre as crianças com problemas associados aos NSAID surgem quatro menores que precisaram de hemodiálise e pelo menos sete que poderão ter ficado com doenças renais permanentes, alertam os investigadores.


"Estes casos, incluindo alguns em que a função renal dos pacientes terá de ser monitorizada durante anos, bem como o custo dos tratamentos, são significativos, especialmente quando se considera que há alternativas e que as lesões renais agudas provocadas por NSAID são evitáveis" disse o nefrologista pediátrico Jason Misurac, que dirigiu o estudo.


Embora estes fármacos tenham sido ligados a lesões renais em breves estudos empíricos, o relatório agora publicado apresenta-se como o primeiro estudo de grande escala sobre a incidência e o impacto da lesão renal aguda provocada por NSAID.






A equipa de investigadores estudou os registos médicos do hospital pediátrico de Riley, na Universidade de Indiana, entre Janeiro de 1999 e Junho de 2010, tendo encontrado 1.015 casos em que os pacientes tiveram de receber tratamento para lesões renais agudas de qualquer origem.

Depois de excluírem os casos em que as lesões poderiam ser explicadas por outros factores, como doenças que afectam a função renal, os cientistas encontram 27 casos (2,7%) em que o único factor era a administração de NSAID.

Os cientistas admitem contudo que muitos dos 1.015 casos tenham causas potenciais múltiplas, pelo que os 27 casos deverão subestimar o número real de casos em que os medicamentos contribuíram para os danos nos rins.

O estudo conclui ainda que 78% dos 27 doentes estavam a usar NSAID há menos de sete dias e que 75% tomaram a medicação na dosagem recomendada. Em 67% dos casos, a família admitiu que a criança tinha sinais de desidratação.





Fonte: Noticias ao minuto 



Explosão de granada de mão fere dois militares




Uma granada de mão deflagrou esta quinta-feira durante uma ação de instrução na Escola de Tropas Para-quedistas no Polígono de Tancos, em Vila Nova da Barquinha, o que causou ferimentos a dois militares, um deles com maior gravidade.






Em declarações à agência Lusa, o porta-voz do Exército, tenente-coronel Jorge Pedro, referiu que a explosão ocorreu às 14h30 naquele concelho do distrito de Santarém, durante uma ação de instrução, tendo o ferido mais grave ficado com ferimentos num dos dedos de uma mão.


"O comandante de pelotão, um alferes de 24 anos, foi o militar que ficou com maiores sequelas após a deflagração de uma granada de mão de instrução que estava a manusear. Os ferimentos são numa das mãos, nomeadamente num dos dedos, e está em observações no Hospital de Abrantes, não inspirando cuidados de maior", informou.


O porta-voz do Exército disse ainda que também um soldado instruendo foi transportado para aquela unidade hospitalar, com uma "pequena escoriação na face", tendo tido alta médica imediata.


Os feridos foram transportados para o Hospital de Abrantes pelos Bombeiros Voluntários de Vila Nova da Barquinha.





quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

2012 Deco recebeu 202 queixas devido a falhas de energia




A Associação de Defesa do Consumidor (Deco) recebeu no último ano 202 reclamações relacionadas com danos provocados por quebras de energia, segundo dados divulgados esta quinta-feira à agência Lusa.




As duas centenas de reclamações foram registadas entre 1 de Janeiro de 2012 e 18 de Janeiro deste ano, sendo a maioria relacionada com equipamentos avariados e alimentos estragados devido a falhas de electricidade.


Devido ao mau tempo ocorrido no passado fim-de-semana várias zonas do país ficaram sem electricidade.


Sobre esta situação, Ana Sofia Pereira, do Departamento de Apoio ao Consumidor da DECO, disse que a associação recebeu "alguns pedidos de informação" por parte de consumidores que denunciaram danos resultantes da intempérie do fim-de-semana.


"Esta situação tem de ser analisada com algum cuidado, uma vez que nestas situações em que podem estar em causa casos fortuitos ou de força maior, ventos de intensidade extraordinária, intempéries naturais que não são normais, nem para altura do ano, nem para o país (...), a responsabilidade da EDP Distribuição e de outras entidades, como as autarquias locais, devido à quebra de árvores, "pode ser excluída nestes casos".


No caso da EDP Distribuição, a empresa é responsável pela qualidade do serviço, que deve ser contínuo: "As interrupções de electricidade, bem como os danos provocados por essas interrupções ou a religação do serviço de electricidade são responsabilidade da empresa", explicou.


No entanto, existem causas de exclusão dessa responsabilidade, como são "os casos fortuitos ou de força maior, que não são imputáveis, nem controláveis pela empresa e, como tal, não será responsável pelos danos que os consumidores sofreram".


Lembrou o caso de um temporal que afectou a zona oeste em 2010. Na altura, a Direcção-Geral de Energia e Geologia disse que se tratou de uma situação climatérica "fora do normal", o que veio a excluir a EDP dos danos sofridos naquela zona.







"Vamos verificar os danos causados no passado fim-de-semana mas tudo está a indicar que se trataram de ventos de intensidade excepcional", disse.

Relativamente às autarquias, Ana Sofia Pereira explicou que se existirem situações em que já havia um histórico de denúncias de falta de manutenção de uma determinada zona de árvores e vários alertas de que aquela zona não teria a manutenção suficiente e representava um perigo para os veículos e pessoas que ali circulassem é necessário avaliar a situação.

"Nesse caso podemos verificar se houve essa falta de manutenção que veio originar os danos que daí decorreram, mas não existindo esse histórico de reclamações também excluirá a responsabilidade das autarquias locais e de quem tenha a responsabilidade, não só das árvores, mas também dos sinais de trânsito que caíram e provocaram danos".












Condutor entrega-se à GNR de Ponte Sor




O condutor que se pôs em fuga depois de ter atropelado, na quarta-feira um atleta em Ponte de Sor entregou-se nesta manhã de quinta-feira no posto da GNR local. “Disse que deixou o local do acidente porque ficou nervoso e entrou em pânico".



O atropelamento ocorreu pelas 19h57 na rua General Humberto Delgado, uma das mais movimentadas do centro da cidade. A vítima, de 40 anos, foi colhida por um veículo ligeiro quando praticava atletismo naquela artéria. 

“Sofreu traumatismos graves mas está fora de perigo. Foi assistida no local e transportada para o hospital de Abrantes”.






quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Concerto com Ana Laíns







O cineteatro S. Pedro, em Abrantes, recebe a fadista Ana Lains dia 25 de janeiro, num concerto que terá início às 21h30.


Os bilhetes custam 5€ e estão à venda no Posto de Turismo da cidade*.


Por ser natural da região – nasceu em Montalvo, concelho de Constância -, para Ana Lains este é um regresso às origens e a um público que lhe é familiar.











*Contato: 241 362 555