Nos últimos três anos, o sector da Saúde e da Educação foram os mais afectados com os cortes no Estado Social. O Diário de Notícias fez as contas e, desde o pré-troika (2010), incluindo as previsões para 2014, o Governo já cortou três mil milhões de euros nestes dois sectores, muito graças à redução de despesas com pessoal.
Entre o último Orçamento apresentado por José Sócrates, no ainda pré-troika, e as previsões orçamentais para o próximo ano, o Estado já cortou 3.060 milhões de euros na Saúde e Educação.
Estes dois sectores foram os principais lesados nos cortes no Estado Social e, segundo as contas feitas pelo Diário de Notícias, foi na Educação que a despesa mais diminuiu, totalizando 1.800 milhões de euros em três anos. Na Saúde, os cortes perfizeram um total de 1.300 milhões de euros.
Estas reduções tiveram como principais alvos os funcionários públicos, já que a grande fatia desta poupança se deu graças a cortes nas “despesas de pessoal” (1.898 milhões de euros), ou seja, cortes em sálarios e despedimentos.
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